domingo, 27 de junho de 2010

BermudaCast Nr. 11 - Profissão: Professor




Neste episódio, Almighty (@almightypro) e Chips (@rodrigotesch) convidaram seus amigos Nosferatu e Aniram para conversar sobre a profissão que fez parte da vida de (quase) todo mundo: os professores. Como é impossível desvincular, também discutiram um pouco sobre a educação, livros chatos que foram obrigados a ler, e diversos outros assuntos.

Duração: 69 minutos


==ATENÇÃO: O Podcast possui linguagem adulta==



Download do BermudaCast - 11 - Profissão: Professor - 96kbps - 47MB



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Apêndices:


Bolão Podcast Brasil

Ouça também:

Bermudacast 07 - Graduação

Almighty participou:

Combocast sobre o final da série Lost

Radiofobia 33

Vídeos:

Entrevista de Luciano Pires sobre os brasileiros pocotó, no Jô Soares
(o "poema" é declamado próximo do momento 4:35)

"Não quero ser um brasileiro pocotó"


Tem alguma história envolvendo professores? Você é professor? Comente aí embaixo ou nos mande um e-mail com suas opiniões e experiências: bermudacast@profissionaldebermuda.com

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13 comentários:

Samuel Varela disse...

Excelente bate papo.
Bem informativa e bem divertida.
Parabéns a todos os participantes.

cHiPs disse...

Obrigado mais uma vez Samuel!! Sua aprovação nós mostra que estamos no caminho certo! hehehe abração!

Bocão disse...

Opa!

Pra começar...
Tempos atrás quando eu estava adentrando no mundo dos podcasts, no meio de dezenas de episódios de dezenas de podcasts, eu ouvi um "podcast sobre trabalho". Eu lembro de ter gostado e não ter gravado o nome. Até que vi os comentários do Almighty no Tockaí e ouvi ele no PirataCast sobre trabalho. Era esse o bendito podcast!

Bom, eu ouvi alguns episódios aleatórios na época e já tinha gostado, agora, então, pretendo ficar por aqui. :)

Esse episódio em particular foi muito bom. Em alguns momentos senti os mesmo níveis de irritação que eu sentia na época da escola, com os professores "pouco caso" ou colegas espertalhões.

Acho que o Chips (mal aí se não foi) comentou sobre não passar cola. Normalmente eu não passava também. Mas nós tínhamos um grupinho de pessoas que estudavam normalmente, tipo, sem ser CDF e tal. Com esse grupinho a gente trocava cola, pois todos estavam se empenhando, só precisavam de ajuda em alguma questão.

Essa questão dos livros é muito complicada mesmo, mas concordo com o que vocês falaram: O importante é ler!

Bom, tem muito mais o que comentar, mas eu só queria deixar meu oi. :P

Abraços!

cHiPs disse...

Não tenho mais o que falar a não ser 2 coisas:

Bem vindo e obrigado!

Um abraço,

Kio (Caio Cesar) disse...

Salve, Almighty e Chips.

Caras, lembro que comigo funcionava assim: professor(a) sério e bravo = prestar atenção e se dar bem. Professor (a) preguiçoso = bomba.
Não tem jeito, quando se é criança ou adolescente a coisa só funciona na marra. Ainda bem que minha filha não puxou o exemplo do pai... é bastante empenhada e estudiosa. Mas é bom dizer que está tendo mais oportunidades de aprendizado do que eu tive, e a diferença é notável.

Aproveito pra reforçar que foi um prazer gravar o Radiofobia contigo, com o Samuca e o Patux.

Abração.

Flávio disse...

Excelente episódio pessoal!

No meu primeiro ano de faculdade (FMU) eu tive um professor de Direitos Humanos que falava o mesmo que o Professor do Nosferatu... pra elogiar, mesmo que fosse ruim, pelo menos não ficava com má fama... hehehehe

Tive professores memoráveis e alguns que prefiro nem lembrar...

É isso aí galera, continuem com o ótimo trabalho e abraços

Flávio disse...

Só pra não esquecer. O Chips comentou sobre o autor de Brasileiros Pocotó e caso vcs não saibam, o responsável é o Luciano Pires, que por sinal tem um podcast, Café Brasil. É excelente.

http://www.lucianopires.com.br/cafebrasil/podcast/

Almighty disse...

Pois é, Flávio. Depois que achamos o vídeo da entrevista dele (o link está aí no post), vi que era o Luciano Pires. Conheço o Café Brasil, é um excelente podcast.

Kio,foi um prazer conhecê-lo. Gostei muito da gravação do Radiofobia.

Abraço, pessoal!

jebedaia_bruno disse...

Pow como esse episódio traz saudades hehehe...
Já fui professor por 3 meses no inicio da minha carreira no mundo profissional!

Mais um episódio de magavilhosa qualidade rpz, parabén... altamente recomendado.

Nelson disse...

Muitas coisas que concordo, muitas coisas que discordo.
Mas está muito legal.

Abraços,
Nelson

Nelson disse...

Obviamente, num podcast tão longo, teria muitas e muitas coisas a comentar. Mas posso pegar um ponto que acho frutífero para discussões.

O Chips falou sobre a sua revolta com as complicações da língua portuguesa e largou a pergunta: por que tanta regra? Ok, vou assumir o posto do "gramatiqueiro de plantão".

Acho que vocês já chegaram a uma conclusão importante: de que a linguagem é utilizada para a interação verbal. Vamos evitar de entrar em campos teóricos da linguística, mas é por aí mesmo. No entanto, não podemos esquecer que a norma padrão (ou norma culta, ou linguagem formal ou "gramática" etc.) é apenas UM dos registros possíveis da língua portuguesa. E ela existe por um motivo: justamente oferecer normas para que seja possível criar um texto padronizado e que ele seja compreendido em qualquer parte do país (e agora, com o novo acordo ortográfico, em todos os países lusófonos). Isso faz com que não haja um texto formal diferente para cada região, o que, pragmaticamente, não seria viável. Ponto.

Entretanto, essa norma padrão não rege necessariamente todas as nossas interações cotidianas. Ora, num rápido e grosso exemplo, é só pensar como pessoas analfabetas conversam e se entendem perfeitamente sem conhecer as regras formais da língua (e acho que é por aqui que chega o ponto de vista do Chips). Do mesmo modo, mesmo para um jurista ou um professor de português, noutro exemplo, não é necessário ficar se policiando em uma conversa de bar para não cometer nenhum deslize. Cada situação oferece uma forma diferente de comunicação. Eu não me dirijo ao Almighty (aproveitando que o tema está em alta) no fórum da mesma forma que eu falaria com ele no bar. São situações diferentes e que exigem graus de formalidade diferentes.

Sobre um possível excesso de regras da língua portuguesa em comparação, por exemplo, à língua inglesa: ponto complicado e delicado. Não podemos pegar um detalhe como ter palavras acentuadas ou não para opor essas duas línguas. Se for assim, coitados dos que falam polonês, com acentos em consoantes como S e Z. E o francês (puxando o podcast com o Malk), que devido a uma diferença estrutural (acentos de base fonética e não tônica, ou seja, os acentos indicam modificações no som e não na tonicidade da palavra) faz com que palavras tenham até 3 acentos de uma só vez.

Enfim, poderia gastar páginas e páginas aqui sobre vários assuntos discutidos por vocês. Mais uma vez: parabéns!

Um abraço a todos,
Nelson

Evandro Sal disse...

Opa, baixando o cast... depois volto para comentar, gostei do tema, sou professor provisório.... quero ver o que vcs falaram sobre esta classe oprimida....

Um Abraço, e obrigado pela visita e pelo comentário, no SextaCast, nós seres da madrugada, agradecemos...

Mateus disse...

Muito massa esse cast!
(Y)

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